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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Dra. Érika Vassolér, dentista e consultora de higiene bucal da Condor, pontua os cuidados necessários nesta fase tão especial da vida

São Paulo, dezembro de 2018 -  A gravidez é um dos momentos mais esperados para a  maioria das mulheres. Além de visitar o obstetra com frequência, os cuidados com a higiene bucal neste período são fundamentais para a saúde do bebê.  
É importante que a gestante faça o pré-natal odontológico, evitando ou mesmo tratando possíveis problemas logo no início. "O correto é procurar um profissional logo no primeiro trimestre da gravidez para receber as orientações adequadas, como os tipos de alimentos que devem ser evitados para manter a saúde bucal em dia. É fundamental desmistificar o que é permitido ou não durante a gestação", afirma Érika Vassolér, dentista e consultora de higiene bucal da Condor.
Nesta fase, os principais problemas são doenças relacionadas à gengiva, como é o caso da gengivite que, se não tratada, pode evoluir para uma periodontite (inflamação dos tecidos ao redor do dente). “É essencial estar atenta aos sinais. A prevenção é sempre a melhor opção”, ressalta a dentista. Os sintomas mais comuns de gengivite são: gengiva vermelha, e sangramento intenso e espontâneo durante a escovação. Em alguns casos, há o inchaço e o recuo ou retração da gengiva, deixando os dentes com aparência alongada.
Outro ponto são os enjoos e vômitos. Eles deixam a saliva ácida, alteram o pH da boca, facilitando o desenvolvimento da cárie com rapidez. Para não prejudicar o esmalte do dente, após esses episódios o indicado é realizar um bochecho. A escovação deve ser feita 10 minutos depois.
Segundo Érika Vassoler, há evidências que relacionam as enfermidades gengivais das gestantes ao baixo peso dos bebês e ao parto prematuro. A doença mais grave é a periodontite. A inflamação é provocada por uma bactéria que pode ser liberada na corrente sanguínea e estimular a contração uterina e aumentar o risco de pré-eclâmpsia. Em algumas situações pode ocorrer um parto prematuro com menos de 37 semanas. Algumas mulheres, por medo, não seguem as orientações do dentista. No entanto, não realizar o tratamento é muito mais arriscado.
Ainda de acordo com a consultora, manter os dentes sempre limpos, especialmente na região do colo dentário, área em que a gengiva e os dentes se encontram, pode reduzir de forma significativa ou até mesmo evitar a gengivite e a cárie durante a gravidez. O mercado disponibiliza escovas dentais específicas para esse tipo de limpeza. Uma delas é a Sensitive, da Condor.
Indicada para casos de sensibilidade dental, a escova Sensitive promove a limpeza do sulco gengival, sem machucar a gengiva e auxilia no combate à gengivite. Suas cerdas superfinas permitem alcançar os lugares mais difíceis, removendo assim a placa bacteriana e promovendo um leve massagear nas gengivas sem irritá-las.
Confira os principais mitos e verdades sobre a higiene bucal durante a na gravidez:
  • Mito: a mulher perde cálcio durante a gestação. O cálcio necessário para a formação dos dentes do bebê provém da alimentação da gestante. Os dentes da mulher grávida não participam do processo de captação e nem sofrem qualquer dano.
  • Mito: a gestação traz consigo cárie e perda de dentes. A cárie e a consequente perda de dentes são provocadas pela alimentação desregulada, rica em carboidratos e falta de higiene bucal. Sendo assim, mulheres gestantes ou não gestantes podem ser acometidas de cárie caso não haja uma correta escovação, com uso de fio dental e creme dental com flúor, e visitas regulares ao dentista.
  • Mito: é proibido o uso de anestesia em gestantes. O uso de anestesia nas gestantes é permitido desde que a substância anestésica utilizada não contenha vasoconstritores. Por isso, o cirurgião-dentista deve ser informado.
  • Mito: a gestante não pode fazer radiografia. Como em qualquer paciente, os exames radiográficos devem ser feitos com o uso de avental de proteção. Porém, a radiografia deve ser evitada no primeiro trimestre de gestação, e só deve ser realizada em situações de extrema necessidade.
  • Verdade: a periodontite (processo inflamatório de todos os tecidos localizados ao redor dos dentes e que também são responsáveis pela sua fiação) pode causar o parto prematuro. Os microorganismos presentes na placa bacteriana percorrem a corrente sanguínea e estimulam a produção da prostaglandina, uma substância hormonal, que provoca contrações do útero, acelerando o trabalho de parto.
 Sobre a Condor
Higiene Bucal, Beleza, Limpeza, Pintura Artística e Imobiliária são os segmentos de negócios da Condor, empresa genuinamente brasileira, e com a maior fábrica de escovas da América Latina.
A empresa fundada pelo imigrante alemão Augusto Emílio Klimmek, em 1929, na cidade de São Bento do Sul, interior de Santa Catarina, está presente em mais de 100 mil pontos de vendas do Brasil e exporta para mais de 30 países. Lidera o mercado de escovas dentais infantis, escovas para limpeza, escovas e pentes para cabelos e pincéis artísticos, seguindo firme no posicionamento de ser a maior referência brasileira no setor de utensílios e acessórios para cuidados pessoais e com o lar.
Nestes quase 90 anos de história, a Condor se tornou uma das marcas mais presentes nos lares brasileiros, e suas duas unidades fabris, que somam 53 mil metros quadrados de área construída, estão instaladas na cidade de São Bento do Sul. Seus 1300 colaboradores se revezam em turnos na produção de mais de 1500 produtos.
Site: http://www.condor.ind.br/  / SAC: 0800 47 6666 

terça-feira, 23 de outubro de 2018



Manter os filhos protegidos e saudáveis é objetivo de qualquer pai e mãe, mas será que eles sabem como protegê-los de doenças graves? A imunização é uma das melhores formas de proteção contra doenças sérias como meningite, poliomielite, catapora e pneumonia, que podem até levar a óbito, especialmente crianças pequenas.1,5 As vacinas reduzem o risco de infecção, estimulando as defesas naturais do corpo, ajudando-o a desenvolver a imunidade à doença.1

O Ministério da Saúde orienta a vacinação das crianças de acordo com o calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e todas as vacinas indicadas no PNI estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS).2,5

Algumas vacinas estão disponíveis somente na rede privada. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) também possuem calendários de vacinação com recomendações para a imunização das crianças.3,4

Confira abaixo alguns motivos importantes para os pais pensarem na prevenção dos seus filhos.


1 – As vacinas podem proteger os seus filhos de doenças sérias5,6

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação ainda é a melhor forma de prevenção das doenças. As vacinas evitam o agravamento de doenças, internações e até mesmo óbitos.5 Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacinação em massa evita entre 2 a 3 milhões de mortes por ano e é responsável pela erradicação de doenças.6


2 - Segurança e efetividade das vacinas.7,9


As vacinas são efetivas e protegem contra muitas doenças sérias. Antes de serem disponibilizadas ao público passam por rigorosos testes de segurança e eficácia, além de serem avaliadas por órgãos regulatórios (Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA).9 As vezes após a vacinação algumas pessoas podem apresentar sintomas leves, como vermelhidão no local da injeção e febre, mas esses sintomas são brandos e de curta duração. As vacinas ajudam a desenvolver a imunidade sem causar a doença. Elas estimulam o corpo a desenvolver a proteção para que o organismo reconheça e combata a doença.7


3 – A importância da vacinação para a proteção coletiva.8


Alguns bebês e crianças não podem receber determinadas vacinas devido a alergias graves, sistemas imunológicos debilitados ou outras razões. Para ajudar a mantê-los protegidos, é importante que você e seus filhos sejam imunizados. Isso não apenas protege sua família, mas também ajuda a prevenir e evitar a disseminação de doenças para essas pessoas.8


4 – As vacinas não causam autismo.9

Muitos estudos sérios verificaram que não existe relação entre a vacinação e o desenvolvimento do autismo. Em 1998, foi publicado um artigo em que o autor afirmava ter encontrado relação entre uma vacina e o autismo. Mais tarde, descobriu-se que ele havia manipulado os dados. O autor foi criminalmente responsabilizado, teve o registro médico cassado e o artigo foi retirado dos arquivos da revista Lancet, onde fora publicado.9


5 - Receber muitas vacinas não sobrecarrega o sistema imune da criança.10


Pelo contrário, ajuda a oferecer desde cedo a proteção contra as doenças. Mesmo quando o bebê recebe diversas vacinas no mesmo dia, essas vacinas contêm apenas uma pequena fração dos antígenos com os quais ele naturalmente se depara todos os dias em seu ambiente. Lembrando que o sistema imunológico de um bebê saudável luta com sucesso contra milhares de microrganismos todos os dias.10


6 – Entre as doenças graves preveníveis por vacinas, temos a meningite meningocócica.11,12,13

A meningite meningocócica é uma infecção bacteriana das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo causar sequelas e até mesmo levar a óbito.11 Ela é causada pela bactéria Neisseria meningitidis que possui 12 sorogrupos identificados, sendo que cinco deles são os mais comuns (A, B, C, W e Y).11,12

A vacinação é considerada a forma mais efetiva na prevenção da doença. Outras formas de prevenção são evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados e limpos.13

Em 2017, os sorogrupos B e C foram responsáveis pela maioria dos casos em crianças abaixo de 5 anos, sendo 53% dos casos pelo B e 25% dos casos pelo C.18 Atualmente, existem vacinas para a prevenção dos 5 sorogrupos mais comuns no Brasil, a vacina contra a meningite meningocócica causada pelo sorogrupo B e a vacina contra os sorogrupos A, C e W e Y. A vacina para a prevenção do meningococo B está indicada a partir dos 2 meses de idade até os 50 anos, somente disponível na rede privada.15

A vacina para prevenção da doença meningocócica causada pelos sorogrupos A, C, W e Y é indicada para crianças a partir dos 2 meses de idade, adolescentes e adultos, também disponível apenas na rede privada.3,14 Nos postos de saúde, a vacina contra a doença causada pelo meningococo C é gratuita para crianças menores de 5 anos de idade e adolescentes de 11 a 14 anos. 2

Importante ressaltar que a meningite meningocócica não é uma doença só de criança, cerca de 10% dos adolescentes e adultos são portadores da bactéria, mas não desenvolvem a doença.15 Apesar disso, podem transmitir a outras pessoas através da saliva e partículas respiratórias.10 Por isso a vacinação é um recurso importante para a prevenção das meningites, em crianças, adolescentes e adultos.13


7 - As vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde.2

O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como BCG (para prevenção da tuberculose em crianças); Hepatite B; Penta (vacina contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecção por Haemophilus influenzae); VIP/VOP (vacina inativada e vacina oral contra poliomielite – paralisia infantil); Pneumocócica (contra a infecção por pneumococo que causa meningite, pneumonia e infecção de ouvido - otite); Rotavírus; Meningite C (conjugada); Febre Amarela; Hepatite A; Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); Tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela - catapora); entre outras.2


Referências:
1 - CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Protect your baby with immunization. Disponível em: <https://www.cdc.gov/features/infantimmunization/index.html>. Acesso em: 03 out. 2018.
2- BRASIL. Ministério da Saúde. Vacinação: calendário nacional de vacinação. Disponível em: <http://portalms.saude.gov.br/acoes-e-programas/vacinacao/calendario-vacinacao>. Acesso em: 03 out. 2018.
3 - SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação da criança: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2018/2019 [atualizado até 26/08/2018]. Disponível em: <https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-crianca.pdf>. Acesso em: 03 out. 2018.
4 - SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Calendário de vacinação da SBP 2018. Disponível em: <http://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/21273e-DocCient-Calendario_Vacinacao_2018-final2.pdf>. Acesso em: 03 out. 2018.
5 - BRASIL. Ministério da Saúde. A vacinação ainda é a melhor forma de prevenir doenças. Disponível em: <http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/52650-a-vacinacao-ainda-e-a-melhor-forma-de-prevenir-contra-doencas>. Acesso em: 03 out. 2018.
6 - SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. SBP e CFM alertam a população e os médicos para a necessidade de estar com o calendário de vacinação em dia. Disponível em: <http://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/sbp-e-cfm-alertam-a-populacao-e-os-medicos-para-a-necessidade-da-estar-com-o-calendario-de-vacinacao-em-dia/>. Acesso em: 03 out. 2018.
7- CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION, Parents making the vaccine decision. Disponível em https://www.cdc.gov/vaccines/parents/vaccine-decision/index.html Acesso em 15 Out 2018.
8 - U.S. DEPARTMENT OF HEALTH & HUMAN SERVICES. Five important reasons to vaccinate your child. Disponível em: <https://www.vaccines.gov/getting/for_parents/five_reasons/index.html>. Acesso em: 03 out. 2018.
9 - SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Imunização: tudo o que você sempre quis saber. Rio de Janeiro: RMCOM, 2016. 277 p. Disponível em: <https://sbim.org.br/images/books/imunizacao-tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber.pdf >. Acesso em: 03 out. 2018.
10 - CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Infantimmunizations FAQs. Disponível em: <http://www.cdc.gov/vaccines/parents/parent-questions.html>. Acesso em: 03 out. 2018.
11 - WORLD HEALTH ORGANIZATION. Meningococcal Meningitis. Disponível em: <www.who.int/en/news-room/fact-sheets/detail/meningococcal-meningitis>. Acesso em: 03 out. 2018.
12 - SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Doença meningocócica (DM). Disponível em: <https://familia.sbim.org.br/doencas/88-doenca-meningococica-dm>. Acesso em: 03 out. 2018.
13 - BRASIL. Ministério da Saúde. Meningites (Saúde de A a Z). Disponível em: <http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/meningites>. Acesso em: 03 out. 2018.
14 - MENVEO [vacina meningocócica ACWY (conjugada)]. Bula da vacina.
15 - BEXSERO [vacina adsorvida meningocócica B (recombinante)]. Bula da vacina.
16 - ERVATI, M.M. et al. Fatores de risco para a doença meningocócica. Revista Científica da FMC, 3(2): 19-23, 2008.
17 - LADHANI, S.N. et al. Invasive meningococcal disease in England and Wales: Implications for the introduction of new vaccines. Vaccine, 30: 3710-3716, 2012.
18 - Pesquisa realizada na base de dados DATASUS, utilizando os limites “UF NOTIFICAÇÃO” para linha, FAIXA ETÁRIA” para coluna, “CASOS CONFIRMADOS” para conteúdo, “2017” para períodos disponíveis, “MM”, “MCC”, “MM+MCC” para etiologia, “SELECIONAR SOROGRUPO DESEJADO” para sorogrupos e “TODAS AS CATEGORIAS” para os demais itens. Disponível em: < http:// tabnet.datasus.gov.br /cgi/ tabcgi.exe? sinannet/cnv/meninbr.def >. Acesso em: 15 Out. 2018.


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